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20 de agosto de 2018

Juiz diz: “pobre não renuncia nenhum direito e se fizer, que arque com as consequências”

NED Não Entendo Direito

                                                     Numa semana em que se discute quais são os limites do humor da atuação de um advogado, muito por conta da apelação do advogado de São Luiz do Paraitinga, é preciso que o debate seja um pouco mais amplo e se é pra jogar merda no ventilador, vamos jogar pra valer e tentar saber quais são os limites de atuação dos magistrados também, afinal, tem muito desrespeito acontecendo por aí.

Veja o caso a seguir: a parte autora optou por contratar advogado “particular” e ajuizar a ação pelo rito comum, ignorando o Juizado Especial, e além disso, POR ESTRATÉGIA DO ADVOGADO E NÃO DA PARTE, ajuizou a ação do domicílio do réu, vez que era uma ação sobre CDC, e aí o juiz dá um despacho digamos, pitoresco, onde diz que POBRE NÃO RENUNCIA NENHUM DIREITO!

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Talvez o juiz tenha razão? Não se sabe, mas falta muita humanidade no Poder Judiciário atualmente, saudades de homens como Palma Bisson, que proferiu a mais linda e emocionante sentença do país.

17 de agosto de 2018

Perdemos o seu processo, e pau no seu c#

NED Não Entendo Direito

                                                    Sabe aquela parada de equidade no direito? Então, pode esquecer dela se você for advogado!

Explicaremos, fique calmo.

Por exemplo, se você é um profissional muito sério e zeloso, mas que por um problema qualquer esquece de devolver um processo na data correta, já vão te ligar ameaçando de busca e apreensão e o caralho a quatro (tá, hoje em dia os processos são digitais, mas respeita a história da “véiarada” que fazia carga de processo).

Pois bem, se você perder um processo então…

Aí você está muito, muito, mas muito fudido mesmo, galera vai mandar seu nome pra OAB e etc, porém, se você é o Poder Judiciário, aí você pode perder o processo de boa.

O máximo que vai acontecer é surgir uma certidão como essa aqui:

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Tirando os erros de português, o que assusta é: enquanto o processo não for encontrado, as partes e o advogado que se fodam né!

Cada vez mais eu tô dando razão pro Matheus, o advogado da apelação!

15 de agosto de 2018

Entrevistamos Matheus Monteiro, o advogado que “ofendeu a juíza”

NED Não Entendo Direito

                                    Não, não era um embuste do NED, um advogado realmente meteu umas ofensas hipotéticas pra uma juíza, na tentativa de faze-la “sentir na pele” como é foda ser ofendido por alguém, o caso é verídico e depois que pingou aqui no NED, todo mundo divulgou, mas ó, saiu aqui primeiro! Bêjo mãe!!!

Se a tese dele vai dar certo, ainda não sabemos, mas o NED, rápido como um guepardo atrás de sua caça, correu atrás do advogado que fez o recurso, ele tem nome de personagem do núcleo rico da novela da globo, ele se chama Matheus Monteiro de Barros Ferreira.

O Matheus é gente como a gente, tem 30 anos, entrou na faculdade amando direito penal, saiu achando civil mais legal e hoje atua principalmente no setor de registros públicos e como uma boa parte da galera, levou bomba na primeira vez que fez a prova da OAB, mas na segunda passou de boa, ele pensa em prestar um concurso mais pra frente, mas apesar disso afirma que a adora advogar, e enquanto não passa em nenhum concurso, o Matheus tem um escritório na rua Cabo José Benedito Salinas, 498 na cidade de São Luiz do Paraitinga (ohhhh saudade do carnaval de 2009) e respondeu umas perguntas que mandamos pra ele.

NED - Você virou destaque no mundo jurídico por ofender uma juíza, no campo hipotético e para expor os seus argumentos, como prefere que a gente te chame: maluco ou ousado? (se possível explicar o motivo)

Primeiramente, gostaria de deixar claro que eu não ofendi a juíza em momento algum. Eu apenas utilizei a decisão dela em dois recursos de linguagem: hipérbole e metalinguagem.

Na hipérbole, você cria exemplos máximos do entendimento ou do conceito exposto, para demonstrar o quanto é ridículo. Por exemplo, considerar ofensas à honra subjetiva liberdade de expressão, como "você é um pedaço de merda", e ao mesmo tempo considerar a expressão "você está errado sobre todo o resto" como sendo ofensiva.

Ora, se ser educado é ser ofensivo e ser agressivo é se manifestar dentro da constituição, tecnicamente, pelo entendimento da própria juíza, eu agi em liberdade de expressão na segunda fundamentação, quando usei termos chulos, e foi ofensivo na primeira fundamentação, quando fui educado, que configura a metalinguagem no texto.

Agora, eu prefiro ser chamado como vocês quiserem. Esse tipo de adjetivo sempre é natural do público. Fiquem à vontade para chamar de ousado, ou de maluco, ou qualquer outro adjetivo, pois isso sim é a real liberdade de expressão, desde que não seja de cunho ofensivo, exceto se cair na vara de São Luiz do Paraitinga/SP.


Este recurso foi uma forma de protestar contra o Poder Judiciário?

Esse recurso foi uma forma de protesto e de ridicularização da decisão da juíza sim.

Um caso fácil de ofensa pessoal, por escrito e bem documentada, onde uma pessoa é educada e a outra é chula e ofensiva, a ponto de xingar o pai e os tios do interlocutor, que nada tem a ver com o assunto.

Era um caso de exemplo de prova de concurso, que provavelmente a juíza prestou, bem simples. Então, é um protesto sim. A ideia era ser bem humorado, uma espécie de humor negro, onde uso recursos de linguagem para desmoralizar a juíza.

Se ela se sentir ofendida, é porque errou na sua decisão, provando que não passa de uma hipócrita e estará abusando de seu poder, pois discordará da própria decisão, quando aplicada a ela mesma.

Como se a proteção do dano moral existisse apenas para quem tem cargo e poder, jamais para os mau banhados pés sujos escória incauta que não pertence à casta divina do Judiciário.


Você tem alguma questão pessoal com essa magistrada?

Não tenho nenhuma questão pessoal contra a juíza local.  Mas eu acredito que um juiz deve aplicar a lei, com muita responsabilidade e jamais abusar de seu poder, que nesse país é quase divino.  Ela, simplesmente, não lê os processos e me arrisco a dizer que raramente os julga. Tenho um falso testemunho provado por documentos, que ela ignora e uma fraude processual, igualmente provada por documentos, que ela fingiu não existir. Ela teve a proeza de conceder justiça gratuita a um cliente meu, ratificada pela segunda instância, e posteriormente cobrar mais de 3 mil reais de perícia no despacho seguinte. Ou seja, ela não lê nem o que ela mesmo escreve.  Isso é preocupante, cada juiz é um ditador, essa é a nossa realidade.

Instabilidade jurídica e falta de credibilidade do judiciário, que não aplica a lei e nem lê os processos que lhe são ofertados.  Enquanto ficarmos calados e com medo, essa situação sempre persistirá. Não existe liberdade sem aplicação adequada da lei. E o preço da liberdade é a eterna vigilância. Eu estou disposto a morrer pela minha liberdade, se possível, e arrisco tudo o que tenho também, pois não consigo mais viver sob á égide da ditadura do Judiciário.


Ao elaborar uma peça tão ousada, não teve medo de ser punido? Aliás, acredita que ainda pode ser punido?

Posso ser punido civilmente pelo Judiciário, mas administrativamente somente a OAB pode me punir. Agora, serei punido por ofender, mas o réu que me ofendeu não será? Nem a juíza que não condenou o réu por me ofender, mas teria sido ofendida ?

Perceba a incoerência da mentalidade predominante na população, ao me colocar como "ousado" e ignorar o fato da juíza não aplicar a lei, o que é muito mais grave.

Acho que mais preocupante que um advogado maluco, é um juiz que não aplica a lei. Já pensou quantos inocentes ela jogou pra cadeia, ou quantos culpados ela colocou nas ruas ? Quantas vidas elas destruiu retirando os patrimônios de um e dando a outro, sem respaldo legal ?

"Ousada" é ela, que não aplica a lei e não lê os processos da sua comarca, pois ela põe em descrédito todo o Judiciário. Eu, só pus minha vida e meu patrimônio em cheque, no máximo. Já ela, coloca todas as vidas e todos os patrimônio de São Luiz do Paraitinga/SP. 


Não teme que este modo incisivo de expor seus argumentos possa prejudicar a relação que possui com a juíza da comarca e que hipoteticamente foi ofendida?

A verdade é que eu não puxo o saco de ninguém. E juiz julga olhando a capa do processo e o nome do advogado. Eu não concordo com isso e nunca vou entrar nesse sistema nojento.

Na minha cabeça, juiz não tem que gostar ou desgostar de advogado, tem de aplicar a lei. Recebe muito pra isso, normalmente acima do teto constitucional, inclusive. Somos nós que pagamos o salário deles e são eles quem nos devem satisfações.

E ela gostando ou não de mim, fato é que ela nem leu o recurso, não obstante existir a possibilidade de retratação em 5 dias. Basta ler o despacho genérico que ela deu no processo, caso tenha interesse.

No mais, ela já fazia merda comigo "anônimo", não imagino algo diferente "famoso". Pelo menos eu poderia alegar suspeição dela e rezar por um juiz melhor.

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Você ia de terno pra faculdade? Como era o pronome de tratamento usado para se dirigir aos seus colegas durante o curso?

Eu não ia de terno pra faculdade, andava igual um mulambento na verdade. Meu nome é Matheus, mas eu tinha cabelo cumprido quando entrei na facul, em 2008. Nessa época, o Valdivia bombava no Palmeiras, daí meu apelido ficou Valdivia.

Aliás, alguns me chamam pelo apelido do apelido, como mago ou só Val.


Doutor é quem tem doutorado?

Pra mim, doutor é só quem fez doutorado. Permito que todos os meus clientes me chamem apenas pelo nome. Curiosamente, todos gostam dessa forma de tratamento.


Você é o autor e o advogado da causa, não acha que a emoção superou a razão?

Eu pensei 3 semanas antes de escrever e peticionar. Fiz tudo de forma premeditada e racional. Então, não, a emoção não superou a razão.

Como disse, usei dos recursos de linguagem muito racionais, hipérbole e metalinguagem.


Quando você perde uma causa, você fica com raiva da parte contrária?

Eu não fico irritado com a outra parte, mas fico muito irritado quando tenho certeza que o juiz não leu o processo, ou seja, sempre. A parte contrária não tem culpa, ela sempre vai querer se defender, mas o juiz é obrigado a ler a droga do processo e aplicar a porcaria da lei.

Aliás, eu venci uma causa quase perdida do meu próprio pai, provando que a parte contraria havia fraudado provas nos autos. Isso somente foi possível por que o juiz leu o processo e aplicou a lei.

Mesmo assim, ele não aplicou a litigância de má-fé.

Na verdade, eu sou muito bom em descobrir essas fraudes e mutretas. E fico, realmente, irritado quando o juiz ignora elas por preguiça de trabalhar ou por displicência.

Com a parte contrária, não tenho nenhum sentimento.


O que pensa do ditado conhecido no mundo jurídico que diz: "quem advoga em causa própria, tem um idiota como cliente"?

Desconhecia esse ditado, mas parece ter alguma lógica.


Você gastou 150 reais de custas processuais, e corre o risco de pagar sucumbência, não seria melhor ter gastado tudo em cerveja e afogar as mágoas ouvindo uns modão de sofrência?

Até seria, mas eu não gosto de sertanejo, então só me restou pagar as custas mesmo.


Se no tribunal os desembargadores falarem que o caso foi mero aborrecimento, do que você pretende, hipoteticamente, xinga-los no seu recurso ao STJ?

Não pretendo recorrer ao STJ, inicialmente. Minha ideia era chamar a tenção dos desembargadores, se não der certo assim, não dá mais certo de jeito nenhum. Não pretendo xingar ninguém, assim como não xinguei a juíza local.

Mais do que trabalhar com a lógica jurídica, eu trabalhei com a lógica moral da decisão. Minha ideia era expor o entendimento limitado e ridículo da juíza.


Tem habilidade como chapeiro, para trabalhar no McDonalds, caso perca a sua OAB?

Eu tenho habilidade para comer os lanches do MC e do Burguer King, espero ter para produzi-los também.


Você considera que a pergunta anterior foi ofensiva à sua honra ou um mero aborrecimento?

Considero que a pergunta anterior é liberdade de expressão com muito bom humor.


Já vimos que você gosta de uma polêmica, então responda pra gente: o correto é biscoito ou bolacha?

15 - Se tiver recheio é bolacha, se não tiver é biscoito, exceto se for wafer ou de leite, quando será sempre bolacha. Se for de polvilho, sempre será biscoito, mas nesse caso não tem recheio mesmo, caindo na regra comum.

Obs: Enquanto respondia as perguntas, o Matheus descobriu que a OAB já abriu um procedimento para suspende-lo preventivamente das funções de advogado. (sacanagem isso aí hein OAB)

Advogado chama juíza de puta ignorante em petição, mas era só pra demonstrar sua tese!

NED Não Entendo Direito

                                                            Se você é advogado ou advogada (melhor usar os dois gêneros pra não reclamarem de machismo) e já perdeu uma ação de danos morais, certamente já disse a seguinte frase:

“o juiz acha que não é dano moral porque não foi com ele”

Sim, nós somos foda e sabemos de tudo!

Mas, nós não somos tão fodas quanto um advogado que resolveu realmente colocar o juiz num lugar um tanto quanto estranho e fez um recurso, digamos, pitoresco, e ofendeu pra caralho a meritíssima juíza, mas tudo, no campo hipotético.

Dica de ouro do NED, pule direto pra página 5, que já começa assim:

“Porém, essa puta ignorante, que está no cargo de juíza da Comarca São Luiz do Paraitinga, alega simplesmente o oposto, sem qualquer fundamento a priori, tirando do próprio rabo entendimento antijurídico dissonante.”

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Olha, se Neymar fosse do mundo jurídico, após ler o recurso acima, certamente ele diria: “o ousado chegou”

25 de julho de 2018

Advogado inova e manda recado subliminar em petição

NED Não Entendo Direito

                                                     Sabe a definição de filho da puta?

Então, mas não a definição literal e nem aquela na ofensa, mas a definição de quando o cara faz uma coisa muito “legal” e você diz em voz alta: mas que filho da puta!!!

Então, foi isso que aconteceu quando recebemos a petição abaixo

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Nós lemos a petição e pensamos: que merda de petição, tem uns caras tontos que mandam as coisas achando que são engraçadas, mas não são!

Até que o mesmo advogado manda uma segunda mensagem, dessa vez explicando algo e aí…

Aí meus amigos, aí tudo fez sentido!

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Agora ilustrada:

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Diz ai, aposto que agora você também disse: mas que filho da puta!!!

23 de julho de 2018

Advogado se irrita com oficial de justiça e diz: “SE MUDAR A COR DA GRAMA O BURRO MORRE DE FOME”

NED Não Entendo Direito

                                                    Eu sei que os profissionais deve se tratar com urbanidade, mas depois de pedir com educação por três vezes, é foda manter a calma.

Nós te entendemos amigo! Tamo junto!

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Acho que esse advogado é meu irmão, porque cansei de ouvir esporro do meu pai e ele gritar: “eeeeeee se mudar a cor da grama o burro morre de fome hein!”

E você, já se irritou com algum oficial de justiça? Conte pra gente nos comentários.

A invasão dos coachs jurídicos

NED Não Entendo Direito

                                                Segundo definições encontradas nesta grande rede de computadores interligados que é a internet, a definição de coach é: “um profissional especializado em coaching (?!!!), e o responsável por ajudar você em seu processo de autoconhecimento, empoderamento e no alcance de sucesso.”

Outros sites dizem que o coach “é um profissional habilidoso e disposto ajudar você a desenvolver seu potencial infinito e conquistar resultados extraordinários em sua vida pessoal e profissional”

Não sei se você é velho o suficiente pra se lembrar de uma propaganda da wiskas sachê que a pessoa ficava falando com o gato usando aquela voz de criança segurando um sachê de ração nas mãos e o gato só ouvia “wiskas sachê, wiskas sachê, wiskas sachê”.

Pois bem, quando alguém vem me falar de coach, eu me sinto como o gato da propaganda (e não é por causa da minha beleza descomunal) e ouço apenas “bla bla bla, bla bla bla, bla bla blá”, não é que eu não respeite os coachs ou aqueles que foram “colcheados”, mas é que…

Não, eu não respeito mesmo, desculpe!

Eu sei, eu sei, tem profissional bom, especializado nisso e capaz de ajudar as pessoas a mudarem o rumo de suas vidas, mas são poucos, e pra usar uma palavra da moda, peguei um certo ranço de coach, especialmente os jurídicos, que prometem fazer você passar na oab, em concurso ou enriquecer na advocacia, porque grande parte deles não tem experiência pra ensinar nada, os caras tão aí, tudo perdido igual a gente, pegando papel na ventania e decidem que é um bom momento de ensinar as pessoas a terem sucesso na vida.

Olha, me desculpe o preconceito, mas eu não quero assistir a palestra “Como ter sucesso na advocacia” de um cara que chega em um celta vermelho ano 2010, eu quero ser treinado pelo cara que chega de carro importado, com um “relojão” caro no pulso, usando um terno italiano e que use aquele perfume de propaganda, que você sente o cheiro e tem vontade de transar. (não necessariamente com o palestrante)

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Tenho a teoria que essa onda de coach é culpa da herbalife, porque eles deram treinamento pra geral vender mais shake de emagrecer,mas depois de emagrecer a população mundial (rá) foram se espalhando para as outras classes profissionais. Malditos!

Esse texto não é pra te desencorajar de procurar ajuda, se você acha que precisa de um direcionamento, corra atrás, contrate, mas contrate um cara foda!

Assim como tem advogados bons e ruins, também tem coach assim, não basta o coach dizer: “sou bom porque passei num concurso foda”, o cara tem que ser bom porque sabe ensinar, sabe motivar, ele tem que ter estudado pra isso, porque passar em concurso é difícil, mas tem muita gente que passa, então não caiam no conto de que só porque o cara é concursado ele vai ser bom, muito menos no conto do cara que diz que vai te dar causas milionárias, porque advogado é tudo egoísta, se ele achar uma causa milionária, ele vai pegar pra ele e não passar pra você que tá pagando 10 parcelas de 150 reais pelo “treinamento”.

Essa coisa de te motivar, de falar que as coisas vão melhorar, e te cobrar uma grana pelo seu futuro sucesso já existia antes, mas tinha outro nome, era chamado de DÍZIMO!

E antes que digam que estou fazendo uma crítica desprovida de embasamento prático, digo que de tanto criticar os coachs, um deles disse que ia me fazer mudar de ideia e seria o meu “mentor” por 45 dias, mas depois de 3 semanas eu desisti, porque percebi que o cara era apenas um “personal agendator” que mandava imagens motivacionais durante o dia e cobrava os meus prazos no fim do expediente!

Não era isso que eu esperava de um cara que prometia revolucionar o meu “lifestyle” (sim, ele usava essa palavra)

Mano, de mensagem motivacional, já basta as que eu recebo no grupo da família e o controle dos meus prazos eu faço com uma parada chamada agenda, quero um coach que me mostre como ficar rico, vender meu celta vermelho e comprar uma mercedes!

Dr. Careca

Advogado sem doutorado e dirige um celta vermelho

25 de maio de 2018

OAB decide aprovar todos os candidatos que fariam a prova domingo

NED Não Entendo Direito

                                                        Exame aconteceria neste domingo (27). Segurança e distribuição das provas ficariam comprometidas, de acordo com a OAB.

Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) surpreendeu a todos e decidiu aprovar todos os candidatos que foram classificados para a segunda fase do XXV Exame de Ordem, que aconteceria em todo o país neste domingo (27).

O órgão atribui a decisão aos reflexos da paralisação dos caminhoneiros e disse que o adiamento da prova seria muito caro aos cofres da entidade e que não seria justo com os candidatos que esperassem por mais 4 meses para a realização de um novo exame.

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Como medida de justiça, depois de reuniões com todos os conselhos do órgão, foi decidido que todos os candidatos que fariam a prova neste domingo estão automaticamente aprovados e à partir de segunda feira podem dirigir às respectivas seccionais para requisitar o registro como advogado.

De acordo com a Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado, não há condições de logística para a entrega e aplicação das provas de forma uniforme, com segurança, sigilo e eficiência em todo o território nacional e por conta disso, o único método capaz de não penalizar os candidatos foi a aprovação massiva.

Fonte: G UM

26 de abril de 2018

Juiz se irrita e escreve em petição: “o juiz não precisa despachar o óbvio”

NED Não Entendo Direito

                                             Sabe aquele dia que você tá puto da vida, que tá tudo dando errado, mas mesmo assim você tem que trabalhar?

Então, esse juiz tá assim!

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20 de abril de 2018

Justiça ordena homem a se desculpar por “gemidão do whatsapp”

NED Não Entendo Direito

É provável que você já tenha caído no gemidão do WhatsApp. Você abre uma mensagem de áudio ou vídeo que parece interessante e, de repente, começa a ouvir um trecho de filme pornográfico.

A Justiça decidiu que, em alguns casos, o gemidão tem limite. Um homem no Piauí foi obrigado a pedir desculpas à prefeita da cidade por divulgar um vídeo dela com esse som infame.

Segundo o G1, Rogério Antão compartilhou esse vídeo em um grupo do WhatsApp. Ele tinha imagens da prefeita Regina Coeli, do município de Pio IX, e parecia ser uma entrevista. Mas, ao abri-lo, o gemidão começava a tocar.

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Antão foi processado e teve que gravar um vídeo de desculpas, dizendo: “quero aqui me retratar da postagem ofensiva que fiz a prefeita Regina, pedindo as minhas mais sinceras desculpas e me comprometendo a respeitá-la”.

O juiz José Eduardo Couto de Oliveira também decidiu que o vídeo deverá ser divulgado no mesmo grupo de WhatsApp que recebeu o gemidão.

Coeli diz ao G1 que não entrou com processo por ser prefeita: “se ele tivesse feito uma crítica à administração, mas eu fui atingida enquanto pessoa”. Ela continua: “é preciso que as pessoas entendam que é possível fazer críticas com respeito, sem expor, sem ridicularizar. E aqueles que se sentem atingidos devem recorrer à Justiça”.

O gemidão do Zap já causou problemas jurídicos antes. No ano passado, um entregador de farmácia em Natal (RN) caiu na pegadinha e foi demitido por justa causa. Ele conseguiu reverter a decisão na Justiça do Trabalho.

O áudio também interrompeu um depoimento em processo contra Sergio Cabral, ex-governador do Rio de Janeiro; e apareceu até em uma transmissão da BBC. O som é da atriz pornográfica Alexis Texas.

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