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20 de agosto de 2018

Juiz diz: “pobre não renuncia nenhum direito e se fizer, que arque com as consequências”

NED Não Entendo Direito

                                                     Numa semana em que se discute quais são os limites do humor da atuação de um advogado, muito por conta da apelação do advogado de São Luiz do Paraitinga, é preciso que o debate seja um pouco mais amplo e se é pra jogar merda no ventilador, vamos jogar pra valer e tentar saber quais são os limites de atuação dos magistrados também, afinal, tem muito desrespeito acontecendo por aí.

Veja o caso a seguir: a parte autora optou por contratar advogado “particular” e ajuizar a ação pelo rito comum, ignorando o Juizado Especial, e além disso, POR ESTRATÉGIA DO ADVOGADO E NÃO DA PARTE, ajuizou a ação do domicílio do réu, vez que era uma ação sobre CDC, e aí o juiz dá um despacho digamos, pitoresco, onde diz que POBRE NÃO RENUNCIA NENHUM DIREITO!

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Talvez o juiz tenha razão? Não se sabe, mas falta muita humanidade no Poder Judiciário atualmente, saudades de homens como Palma Bisson, que proferiu a mais linda e emocionante sentença do país.

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